CONSULTORIA EM SEGURANÇA E
MEIO AMBIENTE

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CONFIABILIDADE

Programa de avaliação e desenvolvimento da cultura de confiabilidade humana, baseado no comportamento.

SEGURANÇA

Gerenciamento dos Riscos ocupacionais e de Processo, com base na avaliação, no controle e no monitoramento.

TREINAMENTO

Treinamento do pessoal operacional ligado a produção, manutenção, engenharia e SMS. Coaching para liderança.

AUDITORIA

Auditoria dos Sistemas Integrados de Gerenciamento de QSMS, PSM, gestão de ativos e Qualidade.

INVESTIGAÇÃO

Investigação de acidentes com várias técnicas e abordagem de falhas humanas e causas básicas.

Pecados no HAZOP

José Lopes
24/10/2013

Os Pecados no HAZOP

Jose Lopes (Interface Consultoria)

São considerados pecados GRAVES, Capitais, na aplicação da técnica HAZOP:

 

  1. Dispositivos de alívio de pressão: não possuir evidência do cálculo (vazão e pressão de abertura); não questionar inexistência; não analisar sua confiabilidade;
  2. Responder algo por outra pessoa: realizar a reunião mesmo com ausência de parte da equipe e inferir sobre questões cuja resposta é de competência de outra pessoa;
  3. O “catastrófico oculto”: não identificar cenários com riscos potenciais catastróficos, durante a análise, ou não dar ciência ao operador do que foi identificado no estudo Hazop;
  4. Não analisar os periféricos: estudo incompleto, não analisar sistemas aparentemente “simples”; no break; flushing; selagem; lubrificação; carga; descarga; sistemas elétricos; eventos externos; tubovias; etc.;
  5. Não analisar os transientes: tarefas de manutenção; limpezas; paradas e partidas; trocas de marcha; testes; manobras raras;
  6. Decidir sem evidência: aceitar apenas a palavra de alguém como suficiente, não exigindo cálculos, documentos formais, visitas ao campo;
  7. Não dispor de dados de base necessários: iniciar ou finalizar o estudo sem o dossiê da “fotografia da unidade” exigido, pronto (FISPQs, especificações, fluxogramas, dados do processo, etc.);
  8. Não escolher e contar com as pessoas certas: falta da expertise necessária na reunião, incluindo fornecedores externos e um líder com competência reconhecida;
  9. Não analisar erros humanos: não verificar a interface; falhas de comissionamento ou omissão; timing inadequado; fatores de desempenho; não analisar os procedimentos operacionais (human Hazop);
  10. Não analisar a vulnerabilidade da sala de controle: não verificar o correto projeto da sala contra eventos externos; interface homem-sistema (HCI); sabotagem; etc.;
  11. Não quantificar e aprofundar o conhecimento sobre cenários importantes: cenários com severidade potencial elevada (catastrófica) sem análise quantificada da probabilidade e gravidade (AQR, Vulnerabilidade) e análise da confiabilidade (LOPA, SIL, RCM);

São considerados pecados LEVES, Veniais, na aplicação da técnica HAZOP:

 

  1. Nós e circuitos muito grandes: simplificação demasiada;
  2. Não gerir os “holds”: falta de sistema de gestão das pendências no estudo, durante e após;
  3. Usar demais a expressão: já analisado: armadilha que oculta análise correta inexistente;
  4. Separar muito uma reunião da outra: mais de duas semanas;
  5. Não planejar e organizar devidamente as reuniões: falta de calendário;
  6. Considerar o hazop como ferramenta e não como processo: hazop deve ser vivo e em fase com demais processos: auditorias, análise de modificações, inspeção, compras.

 

Cuidado: devem existir outros ...